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Você está preparado para esmagar a City de Londres e Wall Street para parar a sua incineração nuclear que se aproxima?

12 de jan. (EIRNS) — Entre o dia 10 e o dia 12 de janeiro, o mundo rumou dramaticamente para mais próximo da beira de uma guerra termonuclear.

Os Estados Unidos e a OTAN ficaram obstinadamente beligerante nas suas respectivas conversas de alto nível sobre segurança com a Rússia, e proclamaram as suas intenções de continuarem a se expandir para o leste em direção à fronteira russa, e de empregar sistemas de ataque nucleares ameaçadores também na faixa de fronteira, dentro de um tempo de voo de cinco minutos de Moscou. O Vice Ministro das Relações Exteriores russo Alexander Grushko saiu da reunião do Conselho Rússia - OTAN realizado em 12 de janeiro reportando que não apenas não houve agenda positiva unificadora entre a Rússia e a OTAN, mas que os EUA e a OTAN reverteram para a estratégia total de “contenção” em relação à Rússia, incluindo a “dominância de espectro total”. A Rússia foi deixada sem nenhuma opção a não ser responder à altura à política de contenção, dissuasão e intimidação, ele declarou.

As discussões entre os EUA e a Rússia realizadas em 10 de janeiro terminaram em nota similar.

Esses resultados não são surpreendentes, comentou a fundadora do Instituto Schiller, a Sra. Helga Zepp-LaRouche. Além de quaisquer conversas informais e comunicações em privado entre os presidentes Biden e Putin que possam estar sendo conduzidas e que possam vir a oferecer uma abordagem mais racional, poderia também ocorrer uma rápida ação contrária de oposição por parte da Rússia. Como Putin e muitos líderes do alto escalão russo advertiram repetidamente durante as semanas recentes, a Rússia não tem como recuar às ameaças que estão sendo colocadas à sua soberania e existência. A Rússia enfrenta uma Crise dos Mísseis Cubanos reversa, apenas que desta vez com um gatilho muito mais curto para deflagrar a guerra.

Lembrem-se das palavras de JFK (John Fitzgerald Kennedy) há sessenta anos atrás: “No decorrer da última semana, evidências irrefutáveis estabeleceram o fato que uma série de bases de mísseis de ataque estão sendo preparadas naquela ilha aprisionada (Cuba).” Fazer isso, ele fez o mundo relembrar, “em uma área bem conhecida por possuir uma relação especial e histórica com os EUA, representa uma provocação intencional e uma mudança em relação ao status quo que não tem justificativa e que não será aceita por este país.” (Ênfase adicionada.)

A Sra. Zepp-LaRouche advertiu que se as declarações e as confrontações belicosas continuarem, então o mundo muito provavelmente terá um confronto repentino - o que poderia agravar o limiar termonuclear quase que instantaneamente. É urgentemente necessária uma ampla mobilização de forças pelo mundo afora a fim de parar esta descida para o inferno, e rapidamente desenvolver novas opções que garantam segurança e o bem estar para todas as partes envolvidas.

Uma arquitetura de segurança nova e global é necessária para trocar imediatamente a organização e a política da OTAN, que trouxeram o mundo à beira da guerra.

A força motora que empurra o mundo em direção à guerra termonuclear é a crise representada pelo colapso de todo o sistema financeiro transatlântico. Para que o sistema deles sobreviva, os predadores especuladores da City de Londres e de Wall Street deverão impor saqueamento econômico em níveis fascistas, e colocar a Rússia e a China de joelhos a fim de garantir que não haja oposição real à esta política.

O sistema transatlântico deve ser posto para reorganização de sua falência e bancarrota conforme as diretrizes especificadas por Lyndon LaRouche nas suas Quatro Leis de 2014. Retire aquele sistema de sua angústia, e então será removido o perigo da Terceira Guerra Mundial.

Durante toda a sua vida, Lyndon LaRouche explicou repetidamente esta conexão íntima entre o colapso do sistema financeiro e a corrida em direção à guerra.

Uma de suas mais claras exposições foi em uma declaração de 23 de dezembro de 2011, “A fim de parar com a guerra termonuclear, tragam a recuperação económica" (“To Stop Thermonuclear War, Bring on the World Economic Recovery”). Como se pode notar, as observações de LaRouche de 2011 “confirmam a presciência deste gênio, e demonstram o porquê de a Sra. Helga Zepp-LaRouche ter denominado o ano de 2022 - o centenário do nascimento de Lyndon LaRouche – para ser conhecido como “O Ano de Lyndon LaRouche”.”

LaRouche advertiu em sua apresentação de 2011: “Nós estamos agora à beira do que pode ser chamado de Terceira Guerra Mundial: Esta será chamada de Terceira Guerra Mundial termonuclear - e não de guerra pré-nuclear, e nem de guerra nuclear, mas de guerra termonuclear. Os alvos, principalmente, são a Rússia e a China. Estes são os dois alvos principais…

A questão é a seguinte: O sistema mundial presente, o sistema económico, está em processo de desintegração. Não se tem certeza de como que isto ocorrerá, mas isto está acontecendo. O propósito é o de eliminar as duas nações - Rússia e China - e isto significa armamentos nucleares; isto significa armamentos termonucleares. Esta engrenagem já está desencadeada…

O pano de fundo da guerra é o fato de que o mundo inteiro está falido, especialmente a região transatlântica, particularmente a Europa, e também os Estados Unidos, além das nações da América do Sul e em outros lugares...

A falência do ponto de vista dos Estados Unidos, foi posta em movimento lá atrás em 2007, quando o início do processo de resgate financeiro foi posto em movimento.

Desde aquele momento, toda a região transatlântica, e particularmente os Estados Unidos e a Europa, foram pegos na armadilha do resgate da crise, um resgate hiperinflacionário da crise. Nesta altura, o débito que havia sido acumulado desde 2007, sob este programa, estava de tal maneira que toda a Europa desta vez, sob as regras atuais e os presentes arranjos, está falida e desesperançosa!

Agora, o que nós devemos fazer - existem soluções para esta falência. Antes de mais nada, nós temos que colocar o mundo em falência - ou seja, uma operação legítima de falência. Nós temos como fazer isto, primeiramente, nos Estados Unidos, por exemplo - e as outras nações poderão copiar esta medida em cooperação com os Estados Unidos - nós vamos fazer uso da lei Glass-Steagall, uma lei Glass-Steagall dos EUA. E existem nações da Europa que têm pensado em adotar a mesma lei Glass-Steagall.

Sob uma lei Glass-Steagall, a maior parte do débito das nações europeias, e os Estados Unidos e outras, será varrida do mapa, na realidade… ao se limpar os débitos dos livros contábeis, cancelando o débito do resgate. Isto significará que os Estados Unidos, e a Europa caso ela adira e venha a se juntar, estarão em posição de reorganizar as suas finanças, e de criar um sistema creditício, e na realidade indo em direção a um novo tipo de sistema creditício Hamiltoniano, um sistema bancário que irá habilitar e capacitar os Estados Unidos, e também a Europa e as outras nações caso elas adiram e venham a se juntar, a fim de organizar a recuperação financeira.

 

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